EdUcAçÃo InFaNtIl: Um aMoR iNfInItO

13/11/2008

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30/10/2008

curriculo na educacao infantil

Arquivado em: — cemei @ 14:48

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Regina Lucia Pontes Pereira (organização)

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL - Um currículo deve refletir as concepções e as representações do que entendemos ser criança. - O trabalho pedagógico é o produto do que pensamos que a criança é, das representações que temos do que venha a ser o papel do professor e do que acreditamos que seja aprendizagem. - Um currículo deve proporcionar experiências para que as crianças interajam e transitem com confiança e autonomia num mundo complexo como este que vivemos. - O papel do professor é o de disponibilizar e organizar espaços, tempos e materiais para que as crianças vivenciem experiências de diversas naturezas. - Um currículo deve levar em consideração as necessidades das crianças pequenas, portanto deve-se ficar atento aos tempos de espera e qualificar mais os tempos das atividades. - Um currículo deve proporcionar equilíbrio entre atividades onde as crianças se envolvam por conta própria e atividades em que se envolvam em algo coletivo. Que proporcione tempos para que as crianças se envolvam equilibradamente em atividades mais espontâneas e atividades mais dirigidas pelos professores. - Um currículo deve proporcionar momentos coletivos em que todas as crianças participam de uma mesma vivência, momentos de trabalhos diversificados, realizados em pequenos grupos em que as elejam segundo suas motivações e momentos de privacidade e relaxamento. - O ambiente constitui-se uma variável importante dentro do currículo. - Um currículo deve refletir qual o espaço que o Brincar ocupa, destacando os materiais que são disponíveis, os tempos e espaços para o Brincar e as oportunidades que ele oferece para a interação? - O currículo deve ser construído pela professora a partir do que as as crianças e trazem de interesse. - Na elaboração do currículo, ou planejamento flexível entram também elementos do contexto da instituição, ou seja, deve-se levar em consideração o PPP. Referências Bibliográficas Silva, Tomaz Tadeu da - O Currículo como Fetiche Dahlberg, Gunilla – Qualidade na Educação da Primeira Infância Texto Organizado por Regina Lucia Pontes Pereira  

projeto formação continuada

Arquivado em: — cemei @ 13:24

PROJETO DE FORMAÇÃO CONTINUADA (GRUPO DE ESTUDOS )  2008 – NOVA ALVORADA DO SUL.    Brincar com criança não é perder tempo, éganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola,mais triste ainda é vê-los, sentadosenfileirados, em salas sem ar, com exercíciosestéreis, sem valor para a formação do homem.Carlos Drummond de Andrade JUSTIFICATIVA 

A necessidade de refletir a prática pedagógica a fim de avaliar as propostas de ensino está cada vez mais urgente e decisiva para que tenhamos finalmente uma educação eficaz.

Refletir essa prática não significa apenas detectar pontos que foram positivos e/ou negativos. É preciso ir além se pretendemos entender como se constrói o aprendizado, como se transforma uma cultura onde quase nunca deu lugar para o PENSAR.

 Somos fruto de uma educação tradicional que não nos favoreceu uma prática onde pudéssemos buscar respostas para as nossas próprias perguntas, onde não tínhamos a oportunidade de refletir acerca das nossas ações, ao contrário disso, parecíamos ter as mesmas perguntas, os mesmos problemas e assim as respostas eram sempre as mesmas para todos. Esse modelo certamente prejudicou muito o avanço do nosso país, tornando assim nossos educadores “isentos” de qualquer preocupação com o aprendizado dos alunos e com o seu próprio aprendizado, por ter tido sempre uma proposta uniformizada, longe de suas reais necessidades ou distante do entendimento daquilo que se estava “ensinando ou aprendendo” não havia espaço para as diferenças.

A qualificação dos educadores assim como o tratamento dado aos alunos em sala de aula, sempre foi encarada como a necessidade de entregar ao profissional “bons modelos” de aulas, planos, atividades etc., com a intenção de reproduzi-los subestimando mais uma vez o poder de reflexão / ação / aprendizado de cada um.

Mas tratar da formação não é tarefa fácil, requer estudo, pesquisa e uma constante teorização da prática pedagógica. Formar profissionais reflexivos é o objetivo principal da formação. E para isto faz-se necessário que o estudo tenha início na prática, é ela que deverá guiar todo o nosso trabalho. Falar em formação é falar em competências. Não é possível formar profissionais reflexivos sem inserir essa intenção no plano de formação e sem mobilizar formadores de professores com as competências adequadas. (Perrenoud).

            A prática pedagógica pode ser pensada sob vários aspectos do processo ensino-aprendizagem. Pois não podemos tratar tudo ao mesmo tempo. É necessário priorizar e a partir daí ampliar os estudos pois entendemos que entre todos os aspectos existem pontos de ligação.

            Levantar questões que inquietam os docentes é um ponto fundamental para iniciar um projeto de formação, ou até mesmo fomentar questões não tão interessantes aparentemente, mas que após iniciar um trabalho de reflexão torna-se fundamental seu estudo e aprofundamento.

   OBJETIVO GERAL Concordamos com Libaneo quando diz : se queremos um aluno crítico reflexivo, é preciso um professor crítico reflexivo. (2002, p. 76), assim temos o intuito de propor aos profissionais de Educação infantil, momentos de estudos, pesquisas, discussões, reflexões, interações, diálogos, sobre as concepções pedagógicas, levantando as necessidades e transformando-as em um plano de ação, onde aparecem as transformações que desejamos obter na prática docente; levando em conta a ética profissional e o intuito de contribuir para um bom trabalho coletivo.Favorecendo assim uma prática reflexiva aos profissionais de Educação Infantil  acerca do tratamento dado as crianças, desenvolvendo simultaneamente as competências necessárias para o aprimoramento do estudo ao longo do processo de formação.   OBJETIVO COMPARTILHADO

  • Levantar as necessidades do grupo de professores, elaborar temas de trabalho e de estudo para suprir essas necessidades;
  • Buscar parcerias com  secretarias afins  para dar palestras sobre assuntos pertinentes a educação infantil;
  • Confeccionar brinquedos e brincadeiras para os CEMEIs;
  • Ao final da formação cada grupo elaborar projetos permanentes que serão realizados na educação Infantil .

  COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS VISADAS 

·        Tematizar a prática desenvolvida pelos professores através de vídeos, produções, registros;

·        Pesquisar bibliografias que enriqueçam o trabalho desenvolvido assim como a própria formação enquanto profissional;

·        Fazer uma relação teoria –prática pedagógica ;

  CONTEÚDO DE FORMAÇÃO: 

  • Shantala (método de massagem para o bebê);
  • A crianca e seu desenvolvimento de 0 a 5 anos e 11 meses ;
  • Atividades para bebês de 0 a 3 anos ;
  • Cuidados com crianças pequenas;
  • A hora do banho;
  • Currículo;
  • Retirada das fraldas;
  • Obsidade infantil;
  • Cólica e refluxo;
  • Primeiros socorros;
  • Historias infantis
  • A importância da rotina escolar;
  • Sexualidade infantil;
  • Agressividade, mordidas;
  • Andador: um atraso na vida dos bebês
  •  A importância do brincar;
  • Aprendendo fazendo musica;
  • A criança com necessidade educacionais especiais;
  • A importância do limites;
  • Período  de adaptação ;
  • Confecção de materiais;
  • Conhecer e reconhecer varias concepções pedagógicas através dos teóricos  

  ABRANGÊNCIA DO PROJETO

  • Profissionais da Educação Infantil do Município ;

  TEMPO PREVISTO PARA O ESTUDO 

  • 4 meses ( 120 horas)

 ORGANIZAÇÃO DA ROTINA DA FORMAÇÃO 

Encontros quinzenais  com os profissionais de educação infantil  se necessário dividir em duas turmas, sendo uma a noite durante a semana e a outra no sábado a tarde com duração de 4 horas .

  RECURSOS:

  • Sucatas:
  • Data show;
  • Dvd
  • Materiais necessários para confeccionar diversos brinquedos e brincadeiras que servirão de suporte na aprendizagem.

REFERÊNCIAS  VYGOTSKY, Lev.S. Pensamento e Linguagem, São Paulo, Martins Fontes, 1987. 

ALVES, Rubem. Entre a Ciência e a Sapiência : o dilema da educação. São Paulo: Loyola, 2000

 

COELHO, Nelly Novaes (1982), A Literatura Infantil: História, Teoria, Análise: das Origens Orientais ao Brasil de Hoje, 2ª ed., São Paulo, Quíron/Global.

 

FANTIN, Mônica. No mundo da Brincadeira: Jogo, brincadeira e cultura na Educação Infantil. Florianópolis, Cidade Futura, 2000.

 

KISHIMOTO, T. "O brincar e suas teorias". São Paulo: Pioneira, 1998.

 

KISHIMOTO, T. (Org.) "O direito de brincar". 4 ed. São Paulo: Scritta, 1998.

 

KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 3 ed. São Paulo: Cortez, 1999.

 

PIAGET, Jean e FREIRE, Paulo. Uma proposta baseada em Paulo Freire e Jean Piaget, 7ª ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1967

 

SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da musica? 2.ed. São Paulo: Cortez, 1994.

 

ABRAMOVICH, FANNY.Literatura Infantil: Gostosuras e bobices.5º ed.Ed.Spicione:São Paulo. 1997. p. 01- 175

 

LIBÂNEO, J. C. Reflexividade e formação de professores: outra oscilação do

pensamento pedagógico brasileiro? In.: PIMENTA, S. G.; GHEDIN, E. Professor

reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002

 

HERNÁNDEZ, Fernando. VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5ª ed., Porto Alegre, 1998.

 

ZILBERMAN, Regina. A leitura infantil na escola. São Paulo: Global. 1985

 

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez. 1983

 

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. (RCNEI) Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília : MEC/ SEF, 2.002, 3v.

 

PERRENOUD, Philippe. Pedagogia Diferenciada. Das Intenções à ação. Porto Alegre:  Artmed, 1994.

 

OLIVEIRA, M. Z., MELLO, A. A. M., VITÓRIA,T. e FERREIRA, R. C. M. Creches: crianças, faz de conta e cia. Petrópolis: Vozes,1998.

 

REDIN, Euclides. O espaço e o tempo da criança. Se der tempo a gente brinca. Porto Alegre: Mediação, 1998.

 

RODRIGUES, C.B.M. e AMODEO, B.C.M..O espaço pedagógico na pré-escola. Porto Alegre: Mediação, 1998.

 

ROSSETTI - FERREIRA Maria Clotilde ORG., MELO A.M., VITÓRIA Telma, GOSUEN A., CHAGURI A.C. Os Fazeres na Educação Infantil São Paulo: Cortez, 1998.

 

TONUCCI, Francesco. Com olhos de criança. (trad. Patrícia Chittoni Ramos). Porto Alegre: Artes Médicas, 1997

      

23/10/2008

Arquivado em: — cemei @ 20:53

22/09/2008

site sobre a educação especial

Arquivado em: — cemei @ 21:40

OLA PESSOAL.

QUEM QUISER SABER MAIS UM POUQUINYHO SOBRE EDUCAÇÃO ESPECIAL DOU COMO SUGESTÃO  O BLOG:

http://inclusaobrasil.blogspot.com/ LA VOCÊS ENCONTRARÃO  TUDO SOBRE A DEFICIÊNCIA, O QUE AS PESSOAS QUE POSSUEM PENSAM, SUGESTÕES DE ATIVIDADES, COMO LIDAR COM O PRECONCEITO,A INCLUSÃO DA CRIANÇA NA ESCOLA,LEIS E VÍDEOS….

É EXCELENTE!!!!

VALE A PENA ACESSAR..

BEJINHOS A TODAS….

:)

28/08/2008

olá…. Estavámos a sua espera :)

Arquivado em: Sem Categoria — cemei @ 21:33

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo…

Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva…

Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu…

Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul…

Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar…

Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar…

Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida…

De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo…

Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está…

E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar…

Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá…

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)…